Girada impõe-se em jogo de muitos golos
Num encontro frenético e cheio de emoção, o Girada acabou por levar a melhor frente ao Al-Eijhad, num jogo marcado por muitos golos e várias mudanças no marcador, especialmente numa primeira parte eletrizante.
O Girada entrou com tudo e inaugurou o marcador logo de início. Na sequência de um livre direto, Pedro Jesus assumiu a responsabilidade e, com um remate muito bem colocado, fez o 1-0.A resposta do Al-Eijhad foi imediata. Após uma recuperação alta, Francisco Araújo progrediu até à área e, isolado frente ao guardião, finalizou com classe para restabelecer a igualdade: 1-1.Pouco depois, a equipa visitante consumou a reviravolta. Filipe Dionísio rematou forte e cruzado, batendo Francisco Bobone, que não ficou bem na fotografia, fazendo o 2-1.O Girada reagiu rapidamente e voltou a empatar. Pedro Jesus, muito oportuno, recuperou a bola e, com um remate certeiro, fez o 2-2.O ritmo não abrandava e os golos continuavam a surgir. Numa jogada confusa dentro da área, Alejandro Osto aproveitou uma carambola que o deixou isolado e rematou com força para fazer o 3-2.Antes do intervalo, o Girada voltou a ampliar. Após um lançamento de Tomás Luz, Pedro Jesus rematou à trave e, na recarga, Gonçalo Simões apareceu no sítio certo para encostar e fazer o 4-2.
A segunda parte começou como terminou a primeira: com golos. O guardião Francisco Bobonelançou longo na frente e encontrou Alejandro Osto, que dominou com qualidade e rematou rasteiro junto ao poste, fazendo o 5-2.Pouco depois, chegou o sexto. Novo lançamento longo, desta vez de Tomás Luz, encontrou Gonçalo Simões na área, que apenas teve de encostar para o 6-2.O Al-Eijhad ainda reduziu através de uma grande penalidade. Rodrigo Relvas assumiu a marcação e, apesar de o guardião escolher o lado certo, o remate forte e colocado acabou por entrar, fixando o 6-3 final.
Jogo vibrante e ofensivo, com o Girada a mostrar maior eficácia e a construir uma vitória robusta perante um Al-Eijhad que também teve bons momentos, mas não conseguiu acompanhar o ritmo do adversário.
por Pedro Chantre