Dyslexia Untied domina, insiste e garante vitória mínima frente ao Macário N. FC
Num encontro marcado pela intensidade e pela insistência ofensiva da equipa da casa, o Dyslexia Untied foi superior na maior parte do jogo e acabou por vencer o Macário N. FC por 1-0, num duelo decidido apenas na segunda parte, mas construído desde cedo pela pressão constante e pelas oportunidades criadas.
O Dyslexia entrou determinado e assumiu o controlo desde os primeiros minutos. Francisco Paiva foi o primeiro a ameaçar, arrancando bem e aparecendo isolado nas costas da defesa. Recebeu com qualidade, mas o remate saiu sem força e permitiu ao guarda-redes agarrar sem dificuldades. Pouco depois, voltou a surgir o mesmo protagonista. Novamente isolado, Paiva rematou desta vez para o meio da baliza, obrigando Afonso Selos a uma bela defesa. A equipa de amarelo mantinha a pressão alta e criava sucessivos lances de perigo. Num momento algo confuso dentro da área, Pedro Mello Vieira conseguiu libertar-se da marcação e tentou um remate colocado, mas a bola embateu na trave, mantendo o nulo ao intervalo, 0-0.
Na segunda parte, o Dyslexia voltou ainda mais determinado. A insistência acabou finalmente por ser recompensada. Após um bom lance coletivo, Pedro Mello Vieira surgiu perto da baliza com espaço e, desta vez, não desperdiçou, finalizando com eficácia para fazer o 1-0. O Macário N. FC reagiu e procurou subir linhas. Afonso Osório arrancou pela linha e cruzou para o meio, mas o avançado não conseguiu encostar com sucesso. A equipa de preto intensificou a pressão nos minutos finais. Afonso Marto protagonizou uma bela arrancada, aproximou-se da área com um bom drible, mas o lance perdeu-se. Já perto do fim, com bolas bombeadas para a área, o Macário criou perigo, e Manel Dominguez esteve muito perto do empate, mas a bola não entrou.
O apito final confirmou a vitória do Dyslexia Untied por 1-0, num jogo em que foi mais consistente, criou mais oportunidades e soube sofrer nos instantes finais para garantir os três pontos frente a um Macário combativo até ao último lance.
por Rodrigo Nunes