Jogo

Liga D4, 2026-02-22 às 19:00 @ São Miguel

Nota do árbitro: 4

Fiorentreta vs Al-Jola

Fiorentreta e Al-Jola empatam num duelo eletrizante com seis golos

Num encontro intenso e recheado de emoção até ao último minuto, Fiorentreta e Al-Jola empataram 3-3, num jogo marcado por alternâncias constantes no marcador e momentos de grande inspiração individual. A partida começou a um ritmo elevado e rapidamente se percebeu que seria um duelo aberto.

Logo nos primeiros minutos, o Al-Jola lançou o primeiro aviso e, num ataque rápido, a Fiorentreta esteve muito perto de marcar na própria baliza, com um corte deformado que quase traiu o guarda-redes. Ainda assim, foi a equipa de rosa quem inaugurou o marcador. Após grande penalidade assinalada, Guilherme Ventura assumiu a responsabilidade e finalizou para o fundo das redes, fazendo o 1-0. A resposta dos azuis foi imediata. Na sequência de um canto batido por José Amador para o segundo poste, Vasco Rosa apareceu sozinho e, de cabeça, restabeleceu o empate, 1-1, resultado que se manteve até ao intervalo.

 

Na segunda parte, o Al-Jola entrou determinado e conseguiu consumar a reviravolta. Guilherme Fernandes, do meio da rua, disparou um verdadeiro míssil teleguiado que só parou no fundo das redes, colocando o marcador em 2-1. A Fiorentreta não baixou os braços e voltou a empatar pouco depois. Num livre frontal cobrado por Manuel Gonçalves, o guardião defendeu para a frente e Gonçalo Luz, oportuno, antecipou-se a todos para fazer o 2-2. O próprio Gonçalo Luz esteve muito perto de completar a reviravolta num lance confuso dentro da área, mas o remate não encontrou o destino desejado. O Al-Jola voltou então a adiantar-se. Num lance direto e eficaz, Duarte Neves cruzou a meia altura e Gonçalo Cruzeiro, dentro da área, finalizou de forma colocada para o 3-2. Já nos instantes finais, quando tudo apontava para a vitória azul, surgiu o golpe final. Felipe Ribeiro, atento a uma bola perdida na área, rematou com precisão e fixou o resultado final em 3-3.

 

Empate justo num jogo vibrante, onde nenhuma das equipas desistiu e onde a capacidade de reação foi constante até ao apito final.

por Rodrigo Nunes