Jogo intenso e decidido pela eficácia na segunda parte entre AC Milha e Ex Administração
O duelo entre AC Milha e Ex Administração foi marcado por equilíbrio, golos e várias oportunidades para ambos os lados. Num encontro disputado até ao fim, a equipa da casa acabou por sorrir ao vencer por 3-2.
O AC Milha entrou melhor e chegou cedo ao golo. Gonçalo Cavalheiro lançou um passe longo de grande qualidade para João Rodrigo Fernandes, que ganhou espaço na ala, ultrapassou um adversário e cruzou para o segundo poste, onde Lourenço Drumond apareceu para encostar e fazer o 1-0. A resposta dos visitantes não demorou. Primeiro, num canto batido por Pedro Bonneville, Rodrigo Cristóvão cabeceou com perigo, obrigando Cavalheiro a uma boa defesa. Logo depois, através de grande penalidade, Pedro Bonneville não falhou e restabeleceu o empate, 1-1. O Milha voltou a reagir e recuperou a vantagem. Contra-ataque rápido pelo centro, com Tomás Faria a ser lançado em profundidade e, já à entrada da área, a rematar cruzado para o 2-1. Mas ainda antes do intervalo, novo empate. Contra-ataque dos visitantes e Thomas Machado, à entrada da área, rematou rasteiro e cruzado para fazer o 2-2.
A segunda parte trouxe um Milha mais pressionante. A equipa da casa criou duas grandes oportunidades logo no início. Primeiro, Tomás Abreu protagonizou uma boa arrancada pela direita e cruzou atrasado para Tomás Faria, que rematou de primeira, mas ao lado. Depois, em contra-ataque, Vicente Jardim rematou já dentro da área para defesa de Gonçalo Vítor, e na recarga Leonardo Figueira acertou de raspão no poste. À terceira tentativa, o golo acabou mesmo por surgir. Nova investida ofensiva e Vicente Jardim, desta vez, não desperdiçou, rematando cruzado para fazer o 3-2. Até ao final, o Milha ainda ameaçou ampliar, com Tomás Faria a tentar um remate em arco, mas Gonçalo Vítor evitou o golo.
Num jogo muito equilibrado e bem disputado, o AC Milha foi mais eficaz nos momentos decisivos e acabou por garantir uma vitória suada frente a uma Ex Administração que nunca deixou de lutar.
Por Miguel Costa
por Pedro Chantre