Estreia de Sonho: Tiki Taka Ninja Mantém Aura de Campeão e Trava Ambição dos Liverpinos!
Jogo inaugural da Liga A2 entre a equipa sensação da época passada, os Tiki Taka Ninja, que brilharam na Liga B, conquistaram a Taça Challenge e foram finalistas da Liga dos Campeões e os Liverpinos, um histórico da Liga Allstars que entra nesta temporada com a firme aspiração de subir novamente para a Divisão Allstars.
O duelo começou intenso, honrando a competitividade da divisão. O primeiro lance de perigo adveio de um grande disparo de Luís Martins, que levava selo de golo. Num jogo onde as equipas não cediam um único milímetro, voltou a ser Luís Martins, ao puxar para o meio, a obrigar Miguel Lourenço a uma intervenção atenta. Contudo, o momento da noite chegou quando Guilherme Poejo, na marcação de um livre direto, enviou uma bola teleguiada para o ângulo da baliza inglesa. Que espetáculo! A bola parecia levar olhos e fixou o 1-0! No final da primeira parte, os rapazes de Anfield tinham mais posse de bola e responderam também de livre através de Duarte Madeira, que disparou com violência, obrigando Joaquim Matos a uma intervenção soberba, o guarda-redes parecia ter asas.
A segunda parte iniciou com José Nascimento a realizar uma enorme cavalgada antes de disparar com perigo para a baliza preta. Os Liverpinos continuavam à procura do empate e Tiago Oom Sousa rematou de fora da área, mas Joaquim Matos voltou a levar a melhor. Num raro erro de entendimento da defesa dos Tiki Taka Ninja, Duarte Madeira tentou o chapéu sobre Joaquim Matos, que estava adiantado, mas, de forma heroica, Jorge Pereira cortou a bola de carrinho em cima da linha de golo. Na resposta, na sequência de um canto batido por Guilherme Poejo, a bola sobrou para Francisco Paiva, que de cabeça assinalou o 2-0. Já em cima do apito final, a beleza do futebol manifestou-se em todo o seu esplendor. Na sequência de um cruzamento teleguiado, Duarte Madeira cabeceou com grande perigo, mas Joaquim Matos operou mais uma defesa monumental para a frente. No alívio apressado da defesa, a bola encontrou Guilherme Poejo que, em velocidade máxima, isolou-se para assinalar o 3-0 final. Um momento mágico que sela uma vitória categórica da equipa sensação.
por Vicente Serrano