Reviravoltas e emoção até ao fim: Panathimankos vence Cergalense por 3-2
O jogo entre Cergalense e Panathimankos foi marcado por muito equilíbrio e emoção, especialmente numa segunda parte cheia de golos e reviravoltas no marcador.
A primeira parte começou com algum perigo por parte do Panatimankos. Francisco Lacerda tentou inaugurar o marcador com um bom remate, obrigando o guarda-redes a uma defesa apertada. Pouco depois surgiu o primeiro golo do encontro: numa grande transição ofensiva, Francisco Lacerda conduziu o ataque e assistiu Rudolfo Forte, que finalizou com qualidade para fazer o 1-0 para o Panathimankos. Depois do golo, o jogo manteve-se muito disputado no meio-campo, com várias transições de parte a parte, mas sem grandes oportunidades claras até ao intervalo.
Na segunda parte o ritmo aumentou. Luís Reis tentou criar perigo com um remate perigoso e, pouco depois, surgiu mais um lance de destaque quando um remate forte obrigou Frederico Peten a uma defesa complicada a dois tempos. Pedro Simões também tentou a sua sorte de longe, mantendo o jogo aberto. No entanto, quem voltou a marcar foi o Panathimankos: numa nova transição rápida, Rudolfo Forte apareceu novamente em posição privilegiada e não desperdiçou, fazendo o 2-0.Quando parecia que o jogo estava controlado, o Cergalense reagiu de forma impressionante. Guilherme Vidigal encontrou Duarte Di Pietro com um bom passe e este reduziu para 2-1. Logo de seguida, o empate surgiu rapidamente: Martim Sebastião cruzou com precisão e Duarte Di Pietro, desta vez de cabeça, fez o 2-2, relançando completamente o encontro.Mas a resposta do Panatimankos foi imediata. Francisco Lacerda, que já tinha assistido no primeiro golo, voltou a ser decisivo: recebeu a bola, tirou o defensor da frente com grande qualidade e, com enorme frieza na finalização, colocou a bola no fundo das redes para fazer o 3-2.
Até ao apito final, o jogo manteve-se intenso, mas o Panathimankos conseguiu segurar a vantagem e garantir uma vitória importante num encontro muito competitivo e emocionante.
Por Francisco André
por Pedro Chantre