Jogo

Liga C1, 2026-03-01 às 20:00 @ Estádio Mário Wilson

Nota do árbitro: 4

UDA vs WB FC

Jogo louco com reviravoltas e emoção até ao fim

UDA e WB FC protagonizaram um encontro eletrizante, cheio de momentos decisivos, alternâncias no marcador e golos de grande qualidade, terminando empatados a três num duelo que nunca perdeu intensidade.

Na primeira parte, o UDA entrou forte com uma grande jogada coletiva pelo corredor central, onde Francisco Lampreia conduziu pelo meio e, no momento certo, ofereceu uma bola em desmarcação para Sebastião Abreu, este recebeu já à entrada da área, fintou dois defesas adversários com mudanças rápidas de direção e rematou cruzado para fazer o 1-0. Pouco depois, o guarda-redes Francisco Rodrigues foi protagonista ao bater um passe longo até à outra área, colocando a bola diretamente em António Matias que recebeu dentro da área e, sem hesitar, rematou cruzado para ampliar para 2-0. O WB respondeu num canto batido por Vasco Mota, com Miguel Almada a cabecear colocado, mas Martim Gonçalves apareceu na linha a cortar de cabeça. A insistência deu frutos quando, novamente após um lance iniciado por Vasco Mota, a bola sobrou para a entrada da área e João Ulrich rematou de primeira com enorme potência ao ângulo, reduzindo para 2-1.

 

Na segunda parte, o WB entrou decidido e, num contra-ataque rápido, Vasco Mota colocou uma bola em profundidade para Miguel Almada que, ainda de fora da área, rematou cruzado a meia altura para empatar 2-2. O UDA reagiu e, após um ataque insistente, foi assinalado penálti a seu favor. Sebastião Abreu, que tinha sofrido a falta, assumiu e bateu colocado para fazer o 3-2. O WB não desistiu e, depois de um cruzamento de Vasco Mota que resultou numa defesa incompleta do guarda-redes, a bola sobrou à porta da área onde Zé Empis rematou de primeira para estabelecer o 3-3 final.

 

Empate justo num jogo vibrante, onde ambas as equipas mostraram qualidade ofensiva e nunca baixaram os braços, proporcionando um espetáculo de seis golos.

 

Por Francisco Osório

 

por Pedro Chantre