Jogo

Taça, 2025-09-16 às 23:05 @ São Miguel

Nota do árbitro: 4

AC Milha vs Ex Administração

AC Milha vence a Ex-Administração em duelo marcado pela eficácia ofensiva

A equipa do AC Milha foi mais eficaz no momento da finalização e acabou por conquistar uma vitória segura diante da Ex-Administração.

A primeira grande ocasião não tardou e resultou logo em golo, Kiko Jardim arrancou pelo flanco direito e cruzou com precisão para Guilherme Aleixo, que com um remate colocado inaugurou o marcador 1-0. Pouco depois, os irmãos Abreu combinaram entre si, com Tomás a servir Bernardo, que tentou o remate de primeira, mas a bola saiu muito desenquadrada.Após esse arranque forte do Milha, o jogo entrou numa fase mais dividida, com muita disputa a meio-campo e sem grandes ocasiões até ao intervalo.

Na segunda parte, a Ex-Administração entrou melhor e chegou ao empate por Pedro Bonneville, que com um remate poderoso de fora da área restabeleceu a igualdade 1-1. No entanto, o Milha respondeu de imediato e beneficiou de uma grande penalidade. João Fernandes assumiu a cobrança e, com toda a calma, recolocou a sua equipa em vantagem. 2-1.A Ex-Administração ainda tentou reagir novamente, mas desta vez Bonneville, de longe, rematou fraco e viu o guarda-redes adversário defender sem dificuldades. Pouco depois, o Milha voltou a marcar Guilherme Aleixo iniciou a jogada no meio-campo, abriu para Tomás Abreu na esquerda e este, já dentro da área, disparou cruzado para o 3-1.Já perto do apito final, João Fernandes voltou a brilhar ao aproveitar o mau posicionamento do guardião contrário, atirando colocado de fora da área para dilatar a vantagem 4-1. A Ex-Administração ainda reduziu nos instantes finais através de João Carvalho, que num livre direto bateu a barreira e fixou o resultado final em 4-2.

O AC Milha conseguiu ser mais eficaz nos momentos decisivos e aproveitou ao máximo as suas oportunidades para construir uma vitória sólida. A Ex-Administração ainda conseguiu reagir em alguns períodos, mas não teve argumentos para travar o poder de fogo do adversário.


por Pedro Chantre