Al Nassiuu e Dynamo Boiev empataram em duelo marcado pelos guarda-redes
Num encontro muito disputado, o Al Nassiuu, de branco, enfrentou o Dynamo Boiev, de preto, numa partida recheada de oportunidades de golo e intervenções decisivas dos guarda-redes. A intensidade esteve sempre presente, com ambas as equipas a procurarem dominar a posse de bola e a explorar bem os seus recursos técnicos e coletivos.
Na primeira parte, o Al Nassiuu esteve por cima, com várias jogadas de perigo. Tiago Brito quase inaugurava o marcador após uma excelente jogada coletiva, mas viu o defesa central do Dynamo cortar em cima da linha. Pouco depois, Pedro Valente bateu um livre direto com muita força, obrigando Gonçalo Mimoso a uma enorme defesa. David Vakil também esteve perto de marcar com um remate rasteiro, mas saiu ao lado. Numa nova jogada coletiva, David Vakil serviu Pedro Valente, que rematou forte e colocado, mas mais uma vez Gonçalo Mimoso brilhou entre os postes. Do outro lado, Tomás Chagas respondeu com uma grande jogada individual, travada com classe por Ricardo Fernandes.
A segunda parte trouxe mais emoção. O Dynamo entrou melhor e Tomás Chagas apareceu isolado, tentando picar a bola, mas o guarda-redes Ricardo Fernandes defendeu com frieza. Pouco depois, Duarte Frade quase marcava com um remate em arco de fora da área que bateu com estrondo na trave. A insistência do Dynamo foi recompensada quando Tomás Chagas sofreu um penálti e ele próprio, com toda a calma, converteu, fazendo o 1-0 para o Dynamo. A resposta do Al Nassiuu não tardou, após uma confusão na área, Gonçalo Cascais recuperou a bola e rematou de primeira para o fundo das redes, empatando a partida e fazendo o 1-1. Já perto do fim, Henrique Núncio tentou um chapéu ao guarda-redes, mas Tomás Chagas cortou em cima da linha e evitou a reviravolta.
Num jogo marcado pelo equilíbrio e por grandes exibições dos guarda-redes, Al Nassiuu e Dynamo Boiev acabaram por dividir pontos. Ambas as equipas criaram oportunidades claras e mostraram qualidade, mas foram as defesas que acabaram por se destacar.
por Francisco Osório
por Miguel Sousa